Saúde:Urina pode indicar fase de câncer de próstata

Uma descoberta pode possibilitar um novo exame para identificar o estágio de progressão do câncer de próstata sem precisar do toque retal para sua detecção. A descoberta é de que uma substância, a sarcosina, está mais presente na urina de homens com a doença.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Michigan, examinou em detalhe os metabólitos (substâncias produzidas pelo metabolismo) que poderiam ser pistas de câncer de próstata. Nas pesquisas, uma substância, a sarcosina, serviu para identificar os tumores. Os níveis de sarcosina na urina eram elevados em 79% dos casos de câncer com metástase e em 42% dos casos da doença em fase inicial. Ela não estava presente nas amostras sadias.
Um dos problemas da dificuldade de diagnóstico é o aumento de cirurgias desnecessárias. A descoberta poderá permitir que um simples teste de urina ajude no diagnóstico mais preciso da doença e poderá auxiliar na criação de uma terapia, pois também se encontrou um vínculo entre a sarcosina e a agressividade do câncer.
Ao adicionar o metabólito a uma cultura de células de próstata sadias, elas se tornaram malignas e agressivamente invasivas. Foi possível reverter a ação com enzimas que regulam o metabolismo de sarcosina. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer, o número de casos novos de câncer de próstata em 2008 foi de 49.530.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Michigan, examinou em detalhe os metabólitos (substâncias produzidas pelo metabolismo) que poderiam ser pistas de câncer de próstata. Nas pesquisas, uma substância, a sarcosina, serviu para identificar os tumores. Os níveis de sarcosina na urina eram elevados em 79% dos casos de câncer com metástase e em 42% dos casos da doença em fase inicial. Ela não estava presente nas amostras sadias.
Um dos problemas da dificuldade de diagnóstico é o aumento de cirurgias desnecessárias. A descoberta poderá permitir que um simples teste de urina ajude no diagnóstico mais preciso da doença e poderá auxiliar na criação de uma terapia, pois também se encontrou um vínculo entre a sarcosina e a agressividade do câncer.
Ao adicionar o metabólito a uma cultura de células de próstata sadias, elas se tornaram malignas e agressivamente invasivas. Foi possível reverter a ação com enzimas que regulam o metabolismo de sarcosina. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer, o número de casos novos de câncer de próstata em 2008 foi de 49.530.
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