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Coleta e descarte de lixo hospitalar deve mudar em todo o país até março


A partir de março, a coleta e descarte do lixo hospitalar vai mudar em todo o país por determinação do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Os municípios deixarão de ser responsáveis pelo recolhimento e passarão somente a fiscalizar o serviço. O objetivo do Conama é tornar a destinação mais criteriosa e controlada para evitar situações irregulares.


O Perigo do lixo hospitalar

Resíduos biológicos – culturas de microrganismos de laboratórios de análises clínicas;
Bolsas de sangue ou hemocomponentes; descarte de vacinas; órgãos, tecidos e líquidos corpóreos; agulhas, lâminas de bisturi, vidrarias de laboratórios;
Resíduos químicos – Medicamentos de risco, vencidos ou mal conservados; produtos químicos usados em laboratórios de análises clínicas; efluentes de processadores de imagem.
Rejeitos radioativos – Material radioativo ou contaminado com radionuclídeo, usado na medicina nuclear, laboratórios de análises clínicas e radioterapia.
Resíduos comuns que se equiparam aos domiciliares – Restos de refeições de pacientes sem doenças contagiosas; sobras do preparo de refeições; fraldas e papel de uso sanitário, absorventes; papéis, plásticos e material de limpeza.
Resíduos perfurocortantes – materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como agulhas, lâminas e vidros.

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