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Participantes do programa da Christina Rocha e da Márcia Goldschmitd são atores contratados


Baixaria por baixaria, prefiro nenhuma, mas como esta possibilidade fica quase inexistente na tevê aberta brasileira, naquela faixa das 16 horas, entre a Márcia Goldschmitd, na Band, e a Christina Rocha, no SBT, fico com o “Casos de Família” da Cris.

Os casos são os mesmos, brigas familiares inventadas por causa de usos e costumes. Todos os participantes, sabe-se são contratados de agências de atores / modelos não famosos, mas a Christina não leva aquelas discussões a sério.

A Márcia se leva a sério, tem pretensões a ser a Oprah brasileira. Pretender todo mundo pode, mas ela não consegue divertir com as situações do programa. Finge que está resolvendo mesmo a vida daqueles “personagens”, enquanto a Christina escracha, e por isso diverte o seu público. Ela também dá uma solução para os “casos surreais”, mas tudo tirando uma onda.

Pode até ser acusada de cínica, mas nunca de chata, já Márcia não escapa da “marca” de cinismo, mas com o peso de tratar aquelas situações como se fôssem reais, o que torna o seu programa tão tedioso e, às vezes, até repugnante. No caso dela o “cinismo” toma a proporção de uma agressão pessoal à inteligência do telespectador. Já o cinismo no “Casos de Família” , ao contrário cria uma cumplicidade com o telespectador. É como se a apresentadora dissesse todas as tardes para o seu público: “Vamos brincar disto?

(fonte Leão Lobo)

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