Marília: Bombas e balas de borracha são usadas pela polícia durante protesto
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| (Foto: Reprodução/TV TEM) |
A Polícia Militar fechou a Avenida Sampaio Vidal, principal da cidade, para que o grupo pudesse passar. Soldados também isolaram a entrada da prefeitura e da Câmara de Vereadores. Depois de passar pela avenida, o grupo entrou no terminal de ônibus.
O aumento das passagens deve entrar em vigor na próxima semana e, os estudantes, pedem que ele seja revogado pela prefeitura.
Os embarques e desembarques foram foi feitos na Praça São Bento, que fica a um quarteirão de distância do terminal. Muitos passageiros se atrasaram para o trabalho por causa da demora no embarque das linhas ocorrida durante o protesto.
Os estudantes eram dos ensinos médio e superior. Eles reclamam também da possível privatização do Departamento de Água e Esgoto de Marília e do dinheiro público gasto nas obras para a Copa do Mundo no Brasil. Ainda não há informações se o manifestante detido continua preso. Tanto as vias interditadas como o terminal rodoviário foram liberados no início da tarde.



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