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Combate à Dengue

O que é a Dengue

Aedes aegypti - (Foto: Genilton Vieira/IOC/Fiocruz)A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.

Tipos de Dengue

Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.

Formas de apresentação

A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhumsintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.

- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.


Modo de transmissão

A dengue é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti ou Aedes albopictus. (ambos da família dos pernilongos) infectados com o vírus transmissor da doença.

A transmissão nos mosquitos ocorre quando ele suga o sangue de uma pessoa já infectada com o vírus da dengue. Após um período de incubação, que inicia logo depois do contato do pernilongo com o vírus e dura entre 8 e 12 dias, o mosquito está apto a transmitir a doença.

Nos seres humanos, o vírus permanece em incubação durante um período que pode durar de 3 a 15 dias. Só após esta etapa, é que os sintomas podem ser percebidos.

É importante destacar que não há transmissão através do contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia. O vírus também não é transmitido através da água ou alimento.

Lembrete: Quem estiver com dengue deve se prevenir de picadas do mosquito Aedes aegypti para evitar a transmissão da doença para o mosquito. Assim, é possível cortar mais uma cadeia de transmissão do vírus. Portanto, quem estiver com dengue deve usar repelentes, mosquiteiros e/ou outras formas de evitar a picada do mosquito (confira formas de prevenção).


Prevenção

A ação mais simples para se prevenir a dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.

A regra básica é não deixar a água, mesmo quando limpa, parada em qualquer tipo de recipiente.

Como a proliferação do mosquito é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma idéia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.

Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.

É bom lembrar que o ovo do mosquito pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.


Sintomas

O vírus da dengue pode se apresentar de quatro formas diferentes, que vai desde a forma inaparente, em que apesar da pessoa está com a doença não há sintomas, até quadros de hemorragia, que podem levar o doente ao choque e ao óbito.

Há suspeita de dengue em casos de doença febril aguda com duração de até 7 dias e que se apresente acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.

- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma.

- Dengue Clássica
Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica
Inicialmente se assemelha à Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue
A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

É importante destacar que a dengue é uma doença dinâmica, que pode evoluir rapidamente de forma mais branda para uma mais grave. É preciso ficar atento aos sintomas que podem indicar uma apresentação mais séria da doença.

SINAIS DE ALERTA - DENGUE HEMORRÁGICA

1. Dor abdominal intensa e contínua (não cede com medicação usual);
2. Agitação ou letargia;
3. Vômitos persistentes;
4. Pulso rápido e fraco;
5. Hepatomegalia dolorosa;
6. Extremidades frias;
7. Derrames cavitários;
8. Cianose;
9. Sangramentos expontâneos e/ou prova de laço positiva;
10. Lipotimia;
11. Hipotensão arterial;
12. Sudorese profusa;
13. Hipotensão postural;
14. Aumento repentino do hematócrito;
15. Diminuição da diurese;
16. Melhora súbita do quadro febril até o 5 dia;
17. Taquicardia.
Fonte: Dengue - Aspectos Edipemiológico, diagnóstico e tratamento (Ministério da Saúde)


Diagnóstico

O diagnóstico da dengue é realizado com base na história clínica do doente, exames de sangue, que indicam a gravidade da doença, e exames específicos para isolamento do vírus em culturas ou anticorpos específicos.

Para comprovar a infecção com o vírus da dengue, é necessário fazer a sorologia, que é um exame que detecta a presença de anticorpos contra o vírus do dengue. A doença é detectada a partir do quarto dia de infecção.

Inicialmente, é feito um o diagnóstico clínico para descartar outras doenças. Após esta etapa, são realizados alguns exames, como hematócrito e contagem de plaquetas. Estes testes não comprovam o diagnóstico da dengue, já que ambos podem ser alterados por causa de outras infecções.

Dengue Hemorrágica

Há três exames que podem ser utilizados identificar a dengue hemorrágica: a prova do laço, a contagem das plaquetas e a contagem dos glóbulos vermelhos. A prova do laço é um exame de consultório, com uma borrachinha o médico prende a circulação do braço e vê se há pontos vermelhos sob a pele, que indicariam a doença. Os outros testes são feitos por meio de uma amostra de sangue em laboratório.

Lembrete: A dengue hemorrágica deve ser diagnóstica rapidamente, pois se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.


Tratamento

O tratamento da dengue requer bastante repouso e a ingestão de muito líquido, como água, sucos naturais ou chá. No tratamento, também são usados medicamentos anti-térmicos que devem recomendados por um médico.

É importante destacar que a pessoa com dengue NÃO pode tomarremédios à base de ácido acetil salicílico, como AAS, Melhoral, Doril, Sonrisal, Alka-Seltzer, Engov, Cibalena, Doloxene e Buferin. Como eles têm um efeito anticoagulante, podem promover sangramentos.

O doente começa a sentir a melhorar cerca de quatro dias após o início dos sintomas, que podem permanecer por 10 dias.

É preciso ficar alerta para os quadros mais graves da doença. Se aparecerem sintomas, como dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, tonturas ao levantar, alterações na pressão arterial, fígado e baço dolorosos, vômitos hemorrágicos ou presença de sangue nas fezes, extremidades das mãos e dos pés frias e azuladas, pulso rápido e fino, diminuição súbita da temperatura do corpo, agitação, fraqueza e desconforto respiratório, o doente deve ser levado imediatamente ao médico.

O número de casos de dengue registrados no país diminuiu 47,9% entre janeiro e 4 de julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o relatório parcial do Ministério da Saúde, divulgado hoje (24), foram notificados 387.158 casos da doença, em 2009, contra 743.517, em 2008.

Em 20 estados e no Distrito Federal, houve redução no número de pessoas com dengue. O estado do Rio de Janeiro registrou a maior queda, 96,2%. Já o Acre, Amapá, a Bahia, o Espírito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentaram crescimento. Os casos registrados em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul foram importados, ou seja, de pessoas que contraíram a doença fora do estado.

O boletim mostra ainda uma redução de 65,7% nas mortes em decorrência da dengue. De acordo com os dados, até o início de julho, ocorreram 156 óbitos este ano, contra 455 no mesmo período do ano passado.

O ministério informa que a mobilização para evitar um agravamento do quadro de dengue em 2009 foi intensificada em outubro de 2008, meses antes do início do período de maior transmissão da doença, que vai de janeiro a maio.
Fonte: Diário de Pernambuco

Número de casos de dengue volta a subir em Santos

O número de casos de dengue em Santos, na Baixada Santista, voltou a subir. Até o último dia 20, foram registrados 120 casos da doença no município, 50% a mais que os 80 constatados no mesmo período do ano passado, ano que teve, no total, 88 casos. Entre os motivos do crescimento, o Secretário de Saúde de Santos, Odílio Rodrigues, destaca o comportamento endêmico da doença, o aumento das chuvas e o fato da atenção da população estar voltada para o combate de outra doença, a Influenza A(H1N1), a chamada gripe suína.
“A H1N1 deslocou a dengue da mídia e precisamos considerar que 80% dos criadouros do mosquito Aedes Aegypti estão nas nossas casas e o controle da dengue implica em uma mudança de hábito. É toda uma cultura sanitária que precisa ser alterada. Nossos agentes perceberam ao fazer a visita que muitos moradores acham que o problema já foi resolvido”, explicou o secretário, afirmando que o trabalho de combate à dengue não diminuiu e que há 150 pessoas fazendo vistorias diárias em pontos estratégicos de Santos.
Os números da Seção de Vigilância Epidemiológica Municipal mostram ainda a maior incidência de casos em bairros nobres. O Gonzaga lidera o ranking, com 23 casos, seguido pelo Boqueirão, com 15. Em terceiro lugar, Embaré, Campo Grande e Vila Mathias aparecem empatados com 8 casos cada um. No entanto, a mesma pesquisa mostra que número de notificações de casos suspeitos diminuiu em relação ao mesmo período do ano passado, passando de 691 para 459 notificações investigadas.
“Outro fator para o aumento de ocorrências é o próprio comportamento endêmico da dengue, que tem períodos de queda, um comportamento irregular, meio cíclico”, disse o secretário, destacando que os registros em Santos caíram significativamente nos últimos três anos. Em 2008, a queda em relação a 2007 foi de 89,7%, ano que por sua vez já havia registrado 68% menos casos que em 2006. Em dados absolutos, Santos registrou 2.574 casos da doença em 2006; 841 casos em 2007 e 88 no ano passado.
Somado ao desvio de atenção para o combate à gripe suína por parte da população e ao perfil cíclico da dengue, Rodrigues acrescenta ainda as mudanças meteorológicas. “Esse ano houve um aumento pluviométrico grande, com muitos dias chuvosos e também a alternância de dias frios com dias quentes, o que favorece o aumento dos mosquitos”, completou.

Fonte: G1

Casos de dengue ultrapassam 50 mil no Espírito Santo; 49 morreram

em 24/08/2009 às 18h33m

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu 51.111 notificações de casos de dengue até o dia 15 de agosto, que corresponde à data de fechamento da trigésima segunda semana epidemiológica de 2009. Até a última sexta-feira, foram registrados 2.169 casos suspeitos da dengue grave. Destes, 762 foram confirmados como Dengue com Complicações (DCC), 246 como Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) e 42 tiveram o resultado negativo, sendo descartados para a doença. Os demais estão sob investigação. O município capixaba que encabeça o ranking de casos da doença é Vila Velha, com 11.561 ocorrências.

Até a última quinta-feira (20), houve 49 mortes causadas pela dengue confirmadas pela Sesa. Desse número, 14 estão em investigação pelo Comitê de Investigação de Óbito da Secretaria. Das mortes confirmados, 23 aconteceram em decorrência de Febre Hemorrágica da Dengue e 26 foram enquadrados como Dengue com Complicações.

DCC é todo caso que não se enquadra nos critérios de Febre Hemorrágica da Dengue e a classificação de dengue clássica é insatisfatória, dada a gravidade do quadro clínico-laboratorial. Nessa situação, um dos itens a seguir caracteriza o quadro: alterações neurológicas, disfunção cardiorrespiratória, insuficiência hepática e hemorragia digestiva, por exemplo. As análises dos casos em investigação são concluídas em até 90 dias, a contar da data do óbito. Os dados da dengue foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde.

Municípios com maior número absoluto de notificações acumuladas (04/01 a 15/08):

Vila Velha: 11.561

Serra: 11.229

Vitória: 7.055

Nova Venécia: 4.126

Cariacica: 2.621
Fonte: O Globo

Bahia contabiliza 101 mil casos de dengue e 7 municípios decretam emergência

20/08/2009 às 18h49m

A Bahia registrou 101 mil casos de dengue até o dia 8 deste mês, sendo 1.994 do tipo grave da doença, segundo os dados da Secretaria de Saúde. Sete municípios estão em situação de emergência desde março: Ilhéus, Ipiaue, Irecê, Itabuna. Jacobina, Jequié e Porto Seguro.

Itabuna é o município com o maior número de casos graves, 298; seguido de Jequié, 198; e Ilhéus com 96 casos.

Entre as ações da secretaria para combater a dengue estão a aplicação de inseticida em 143 municípios, o deslocamento de equipes técnicas para as regiões mais críticas e a abertura de novos leitos nas unidades da rede estadual de saúde.
Fonte: O Globo

Número de casos de dengue deve aumentar em SP, segundo médico

Terça-feira, 11 de agosto de 2009 - 08h50

São Paulo pode estar exposta a um surto de dengue no próximo verão por conta de um novo tipo da doença que ameaça entrar no país. A afirmação é do infectologista Artur Timerman, do Hospital Albert Einstein, que falou à Rádio Bandeirantes e ao Metro.

Segundo ele, após o grande número de casos em 2007 – 2.624 na capital –, ocorreu uma imunização contra os tipos 1, 2 e 3, mais comuns. Com a possível entrada do tipo 4, no entanto, o número de casos pode subir porque o trabalho de prevenção não é adequado.

“A secretaria corre atrás do prejuízo. Quando aparece um caso, eles vão atrás, mas não há pesquisa ativa de focos. Para termos certeza de que o controle é adequado, o governo teria de informar qual é a população de mosquitos, mas isso não ocorre”.

Na capital, os casos cresceram 50% no 1o semestre de 2009, de 214 para 322. Segundo Bronislawa de Castro, coordenadora da vigilância da dengue do município, o aumento não é representativo. Em 2009, foram 2,9 casos por 100 mil habitantes.

O Ministério da Saúde considera a transmissão baixa até 100 casos. “Mesmo em 2007, a incidência foi de 24,2 por 100 mil. Para se ter uma epidemia na cidade, seriam necessários 33 mil casos no ano”, diz.

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