
A Justiça deve ouvir ainda esta semana, as presas que teriam sido obrigadas a retirar tatuagens usando até solvente. Polícia e Ministério Público De Rio Preto também estão investigando o caso.
Lesões, marcas e queimaduras. As fotos mostram como ficou a pele de detentas depois da retirada de tatuagens feitas com produtos improvisados no começo do mês.

Segundo informações da Pastoral Carcerária, as presas teriam sido obrigadas pela direção do presídio a apagar os desenhos sob pena de transferência.
Elas disseram a integrantes da pastoral que usaram álcool, solvente , cloro e até cinzas de cigarro para retirar as tatuagens.
Ainda esta semana, o juiz corregedor deve ouvir as presas que ficaram com lesões na pele. O pedido foi feito pelo defensor público Leandro de Castro Silva que acompanha o caso.

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